Joaquim Mauro destaca crescimento do Republicanos DF e aposta em diálogo para fortalecer candidatos

Joaquim Mauro destaca crescimento do Republicanos DF e aposta em diálogo para fortalecer candidatos

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Brasília (DF) – O presidente do Republicanos Distrito Federal, Joaquim Mauro, participou, nesta terça-feira (1º), do Podcast do Odir, do Rádio Corredor, e falou sobre os bastidores da construção política da legenda, a estratégia para as Eleições 2026 e o trabalho desenvolvido para fortalecer os candidatos republicanos nas disputas para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e para a Câmara dos Deputados.

Durante a entrevista, Joaquim Mauro destacou que o fato de exercer exclusivamente a presidência do partido, sem disputar um cargo eletivo neste ano, permite uma atuação mais dedicada à organização e ao acompanhamento das candidaturas.

“A facilidade que eu tenho em relação aos demais presidentes de partido é que eu não sou candidato. Quando o presidente é candidato, ele acaba sendo questionado pelos outros candidatos. Nos estados onde o Republicanos tem um presidente que não é candidato, o relacionamento, eu acho, tende a ser mais fácil”, afirmou.

Segundo Mauro, cada partido possui uma dinâmica própria, mas a condução do Republicanos DF tem priorizado o diálogo e a proximidade com os candidatos. Para ele, muitas vezes, mais do que recursos ou estrutura, quem está enfrentando uma campanha eleitoral precisa encontrar no partido abertura para ser ouvido e receber respostas.

“Às vezes não é dinheiro, não é recurso, é atenção. Você dá atenção para o candidato. Ainda que seja para falar: ‘isso não dá, mas isso aqui dá, vamos fazer’. Hoje, aqui no Republicanos, sem brincadeira, é zero reclamação”, destacou.

Republicanos projeta crescimento nas urnas

Ao avaliar o desempenho eleitoral da legenda, Joaquim Mauro lembrou o resultado alcançado pela chapa de candidatos a deputado federal nas eleições de 2022 e afirmou que a expectativa é superar a votação obtida naquele pleito.

O presidente explicou que a conquista de novas cadeiras não depende apenas do desempenho dos candidatos do Republicanos, mas também dos resultados alcançados pelas demais legendas. Por isso, segundo ele, o partido acompanha permanentemente a movimentação das campanhas e de suas principais lideranças.

Mauro ressaltou ainda que esse acompanhamento ganha importância durante o período eleitoral, quando apoios e lideranças podem mudar de posição ao longo da campanha.

Apoio do Republicanos

Além do fortalecimento das chapas proporcionais, Joaquim Mauro destacou a participação do Republicanos na construção do projeto majoritário para o Distrito Federal. O partido apoia a candidatura de Celina Leão ao Governo do DF e integra a chapa com o candidato a vice-governador Gustavo Rocha, do Republicanos.

Durante a entrevista, Mauro também falou sobre a atuação de Celina Leão à frente do Governo do Distrito Federal, especialmente diante dos desafios enfrentados na área da saúde, e ressaltou a importância da união das forças políticas em torno de um projeto para Brasília.

A presença de Gustavo Rocha como candidato a vice-governador reforça, segundo a direção partidária, o compromisso do Republicanos em participar diretamente da construção desse projeto e contribuir com experiência, diálogo e propostas para o futuro do Distrito Federal.

No Senado, o Republicanos DF também caminha ao lado das candidaturas de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, que contam com o apoio da legenda na disputa pelas duas vagas destinadas ao Distrito Federal. Para Joaquim Mauro, a união em torno dos nomes fortalece o projeto político construído pelo partido para Brasília e amplia a participação do Republicanos nas principais decisões sobre o futuro da capital.

Proximidade com os candidatos

Outro ponto abordado durante o podcast foi a relação construída pela direção partidária com os nomes que disputam as eleições pelo Republicanos.

Mauro também falou sobre a chegada de personalidades que decidiram colocar suas trajetórias e reconhecimento público à disposição da política. Entre os exemplos mencionados durante a conversa esteve o ex-jogador Marcelinho Carioca.

Para Joaquim Mauro, a entrada de pessoas conhecidas de outras áreas na política pode provocar uma reação inicial do público, mas também representa a possibilidade de novos nomes oferecerem sua contribuição à sociedade. “São pessoas que não eram candidatos, não estavam pensando em ser candidatos e acabaram sendo. Quando a pessoa toma essa decisão, às vezes a rede social tem um impacto negativo, porque alguém pensa: ‘essa pessoa é meu ídolo, agora vai se meter com política’. Mas daqui a pouco as pessoas entendem que elas também têm que dar a contribuição delas para a política”, afirmou.

Para o presidente, construir uma chapa competitiva não termina com a escolha dos nomes que estarão nas urnas. O trabalho exige presença, diálogo e capacidade de identificar as necessidades de cada candidato durante todo o processo eleitoral.

Por Ascom – Republicanos Distrito Federal