Brasília (DF) – A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e secretária-geral executiva do Mulheres Republicanas Nacional, Cristiane Britto (Republicanos-DF), apresentou um requerimento para que seja anulada a contratação de um professor temporário da rede pública do DF condenado pelo assassinato da ex-companheira.
O caso ganhou repercussão após reportagem na imprensa local do DF revelar que o homem foi aprovado em processo seletivo para professor substituto da Secretaria de Educação e passou a dar aulas em uma escola de nível médio na Cidade Estrutural. Segundo relatos de professores da unidade, a presença do docente tem gerado medo e insegurança entre os profissionais, especialmente entre as mulheres que trabalham na escola.
Diante da gravidade do caso, Cristiane Britto se manifestou publicamente e questionou a decisão que permitiu que o homem voltasse a atuar no ambiente escolar. “Uma notícia grave divulgada pela imprensa mostra um professor condenado por matar a ex-companheira dando aulas em uma escola pública do Distrito Federal. Professores relatam medo, tensão e insegurança dentro da própria escola”, afirmou.
A republicana também levantou questionamentos sobre os critérios que permitiram a contratação do docente e cobrou responsabilidade das autoridades. “Fica uma pergunta que não quer calar: quem permitiu que o acusado fosse contratado trabalharia com ele no dia a dia?”, declarou.
Cristiane Britto informou que protocolou um requerimento pedindo a anulação da contratação, defendendo que a segurança da comunidade escolar deve ser prioridade. Para a republicana, o caso exige providências rápidas para garantir um ambiente seguro para professores, funcionários e estudantes. “Não podemos normalizar situações que gerem medo dentro das escolas. A proteção das mulheres e da comunidade escolar precisa estar em primeiro lugar”, completou.
Por Ascom – Republicanos DF






