Brasília (DF) – A pré-candidata a deputada distrital Cris Nardes (Republicanos-DF), afirmou que pretende atuar pela aprovação da Lei da Governança Pública no Distrito Federal e cobrar do Executivo a implementação efetiva de mecanismos de controle e combate à corrupção.
Segundo Cris, já existe um decreto sobre governança pública elaborado durante sua atuação como secretária-executiva de Governança e Compliance do Distrito Federal, mas a proposta acabou sendo deixada de lado após sua saída da gestão.
“Hoje, já existe um decreto que foi implementado na minha secretaria, durante a minha gestão, após muita luta, em março de 2019. Porém, depois que eu saí, esse decreto acabou sendo engavetado”, afirmou durante jantar com jornalistas realizado na segunda-feira (25).
A pré-candidata destacou que o objetivo agora é transformar o conteúdo do decreto em lei, garantindo maior força jurídica e continuidade às ações de governança dentro da administração pública.
Cris Nardes também afirmou que pretende cobrar do Governo do Distrito Federal (GDF) a aplicação prática dos mecanismos de liderança, estratégia e controle utilizados como referência pelo Tribunal de Contas da União (TCU). “Não basta apenas criar normas; é preciso garantir fiscalização, acompanhamento e servidores preparados para executar essas políticas públicas”, declarou.
Ao relembrar o período em que atuou como secretária-executiva de Governança, Nardes apontou que naquele período, foram capacitados cerca de 700 servidores públicos para atuar no combate à corrupção e na implementação de práticas de integridade dentro do governo. “Hoje, infelizmente, boa parte desse trabalho se perdeu. Talvez ainda exista um pequeno núcleo remanescente, mas a verdade é que precisamos reconstruir essa cultura de integridade e preparação técnica”, disse.
Ao defender a criação da Lei da Governança Pública, Cris afirmou que pretende transformar a pauta em uma política permanente dentro do DF. “O meu papel será justamente esse: garantir que a governança pública deixe de ser apenas discurso e passe a ser uma política de Estado, cobrada, executada e respeitada dentro do Executivo”, concluiu.
Fonte: Portal Diário do Poder






