Damares Alves defende atendimento integral para mulheres com endometriose no SUS

Damares Alves defende atendimento integral para mulheres com endometriose no SUS

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Brasília (DF) – Atuação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em defesa da saúde da mulher, ganhou destaque durante o debate sobre a endometriose, doença que afeta milhões de brasileiras e pode comprometer, significativamente, a qualidade de vida, os estudos e a produtividade das pacientes.

Relatora do Projeto de Lei nº 1.069/2023 na Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares Alves foi responsável pela aprovação da proposta que estabelece diretrizes para o tratamento integral da endometriose no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, o texto aguarda análise da Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Ao defender a matéria, a parlamentar, que também é secretária de honra do Mulheres Republicanas Nacional, destacou que a doença continua sendo subdiagnosticada e, muitas vezes, tratada com negligência, apesar de seus impactos na vida das mulheres. “A endometriose afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo. Apesar da alta prevalência, a doença continua sendo subdiagnosticada e subtratada, com impacto direto na saúde física e mental, na qualidade de vida e na produtividade das mulheres”, afirmou.

O tema ganhou ainda mais relevância durante a Semana da Dignidade Menstrual, após pesquisa dos institutos Alana e Equidade.info revelar que quatro em cada dez estudantes brasileiras faltam às aulas, todos os meses, em razão de dores menstruais. O levantamento também aponta que seis em cada dez jovens sofrem com cólicas intensas que exigem medicação, evidenciando que sintomas frequentemente considerados comuns podem esconder condições mais graves, como a endometriose.

Para Damares Alves, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado é fundamental para garantir dignidade, saúde e bem-estar às mulheres. “Defendo políticas públicas que assegurem atendimento especializado e reduzam o tempo de espera pelo diagnóstico da doença, permitindo que mais pacientes recebam acompanhamento adequado pelo SUS”, completou.

Por Ascom – Mulheres Republicanas Nacional